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ESTADO DE EMERGÊNCIA

A inevitável prorrogação

ESTADO DE EMERGÊNCIA-A inevitável prorrogação

Um novo Estado de Emergência – o décimo em menos de um ano – foi esta quinta-feira aprovado em Conselho de Ministros. A partir das 0h. de domingo e até às 23.59h de 14 de fevereiro, as regras são ainda mais apertadas.
As novas medidas, e as outras já bem conhecidas dos portugueses, constam no comunicado do Conselho de Ministros divulgado, em conferência de imprensa, pela ministra do Estado e da Presidência, Mariana Silva da Vieira, e pelo ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues.
As principais alterações introduzidas são o regresso às aulas, já no dia 8 de fevereiro, mas em regime não presidencial, bem como o controlo das fronteiras terrestres e "a limitação às deslocações para fora do território continental, por parte de cidadãos portugueses, efetuadas por qualquer via, designadamente rodoviária, ferroviária, aérea, fluvial ou marítima".
A ordem continua a ser ficar casa e o cumprimento rigoroso do confinamento geral e, nessa linha, todas as restrições vão manter-se, até porque não existem condições de qualquer alívio. Continua proibida a circulação entre concelhos ao fim de semana, as creches vão permanecer fechadas, assim como todo comércio não essencial e a restauração.
Em suma, conforme frisou Mariana Vieira da Silva aos jornalistas "não há nenhum alívio de medidas e há todas as razões para que todos levem muito a sério as medidas que estão em vigor e as cumpram criteriosamente todos os dias, mesmo sabendo que todos estamos muito cansados destas restrições e sabemos como elas implicam com a vida de todos nós".

Sofia Ribeiro
29.01.2021 | 12h39