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Capa do jornal "Bombeiros de Portugal"

Director: Rui Rama da Silva

segunda-feira,

17/02/2020

06:28

ESCLARECIMENTO

Valores pagos pelo FPSB a filha de bombeira

17/01/2020 21:47:13

Na sequência da divulgação nas redes sociais de um ofício do Fundo de Proteção Social do Bombeiro (FPSB), sobre uma alegada quantia paga à filha de uma bombeira que morreu em serviço, que tanta celeuma levantou, somando partilhas e comentários, a Liga dos Bombeiros Portugueses esclarece que:

"À verba de 30 euros – referente ao Subsídio de Estudo (valor definido pela tabela prevista no regulamento do FPSB) – paga, trimestralmente, a filha menor da bombeira Ana Rita Abreu Pereira, dos Voluntários de Alcabideche, falecida em serviço a 22 de agosto de 2013, acresce:

· Pensão de Preço de Sangue que é, atualmente, de 601,60 euros (x14 meses), que a menor recebe desde 1 de setembro de 2013, devido ao falecimento da mãe, ao abrigo de Dec. Lei 466/1999, de 6 de novembro de 2011;

·  Um subsídio mensal de Alimentação, no valor de 90 euros;

·  Um subsídio anual de Vestuário, no valor de 230 euros.

Importa salientar, ainda, que, com a morte da bombeira, a menor é beneficiária de duas apólices de seguro, uma de Acidentes Pessoais (109.125,00 euros) e outra de Seguro de Vida (50.000,00 euros).

Para poder aceder às quantias referidas, na qualidade de representante da menor, o progenitor procedeu à abertura de uma conta bancária na Caixa Geral de Depósitos que só pode ser movimentada quando a filha da bombeira Ana Rita Pereira atingir a maioridade.

Os montantes pagos pelo Fundo de Proteção Social do Bombeiro são transferidos para uma outra conta, também na Caixa Geral de Depósitos, apenas pode ser movimentada com as assinaturas conjuntas do progenitor e avô paterno da menor.

Em 2016, a menor recebeu ainda do FPSB um donativo no valor de 12.125,00€, oriundo de verbas provenientes do Governo de Timor Leste.

De referir que com a morte da bombeira a menor ficou, por ordem do tribunal, entregue ao pai e aos avós paternos. Presentemente, a menina, prestes a completar 10 anos de idade, vive com os avós paternos, e recebe acompanhamento e proteção do seu progenitor. Quer o avô paterno quer o seu pai, são bombeiros voluntários". 


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